11.04.2022
Por Bruna Cronfli
As turmas do 3º ano (Y3) foram ao primeiro Estudo do Meio do ano. Os alunos visitaram o MIS Experience para observação do trabalho de Cândido Portinari, na exposição “Portinari para Todos”.
Em sala de aula, foi realizado um trabalho anterior à pesquisa de campo. Como disparador para a conversa, as professoras colocaram uma frase na lousa: “Sabem por que eu pinto tanto menino em gangorra e balanço? Para botá-los no ar, feito anjos.” A frase foi escrita por Portinari e os alunos puderam levantar hipóteses sobre o motivo pelo qual o artista pintava tantos meninos e meninas no balanço em suas obras.
Além disso, leram livros sobre o artista e sua biografia – o “Céus e Estrelas” – e, em seguida, discutiram em duplas o que haviam compreendido a partir dos textos. Um dos alunos compartilhou com o grupo que seu bisavô, um médico contemporâneo de Portinari, foi quem descobriu que era a tinta azul que o intoxicava.
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Ao chegarem no MIS, os grupos foram recebidos por monitores do local, que explicaram que a mostra estava dividida em três áreas expositivas. Na primeira sala havia vários pincéis pendurados no teto e, conforme as projeções de luzes refletiam sobre o corpo das crianças, elas alteravam a cor de pele de cada um.
Ao visitarem a reprodução do ateliê de Portinari, os alunos tiveram a missão de encontrar pedaços das obras, previamente distribuídas pelos monitores. Em uma das salas, eles também receberam figuras geométricas e montaram quebra-cabeças de algumas telas. Por último, foram convidados a encontrar imagens nas obras que fossem correspondentes às palavras que haviam recebido.
A exposição permitiu conexões com as duas primeiras Unidades de Investigação, “We Can Change the World” e “Materials Matter”. Temas como diversidade, guerra e paz, os impactos do artista no mundo, como vivia, suas relações e quem o influenciou puderam ser vistos de perto. Os alunos participaram ativamente das propostas interativas da exposição: investigaram, se divertiram com o jogo das cores que o pintor usava, observaram a enorme maquete dos prédios ao redor do mundo em que as obras estão expostas e viveram as diferentes fases de Portinari por meio de projeções gigantes em telões.
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